O Cantinho do Bélier

"Poema Afeano"

OS PRIMEIROS ANOS DE SONETO

HISTÓRIA
O TIME
LINKS
CADASTRE-SE
O AUTOR
CAMPEONATOS
BAZZANI
OPINIÃO
CANTINHO DO BÉLIER

um pouco de cultura, amor e emoção onde o tema único é a querida ferroviária.


AQUI VOCÊ VÊ OS POEMAS 

DOS ANOS DE 2005 até 2003, 

QUANDO CARNEIRO COMEÇOU 

A ENVIAR SEUS POEMAS 

PARA O AFEnet

 

CONFIRA 

A TÉCNICA REFINADA 

E O TALENTO 

DE NOSSO AFEANO POETA

O CANTINHO DO BÉLIER

Antonio Carneiro

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Pacto de fé

Se paciência pedir a quem na vida
Vive da paciência nos caminhos
Carpindo sofrimentos só, vizinhos
De seu viver em rota tão comprida

Servisse de consolo algum,guarida
De uma esperança além, e comezinhos
De estertores talvez, mas de ar asinhos
Para melhor futuro, apetecida;

Meu torcedor, irmão, herói que a massa
No anonimato apõe de vil paul
De longe então eu pedirei: "Congraça

Uma vez mais, ampla, de norte a sul,
A fé, tão nossa amiga, que desfaça
Tais ais já, a partir de Monte Azul!"

Antonio Carneiro (Bélier)
V. N. Gaia - Portugal - 25/fev/2005 

Novo Rumo

O comandante foi-se, finalmente
Do barco sem timão, é bom que agora
Desperte a ambição que, sem demora,
De um clube grande o torne novamente;

E da deriva o ponha já ausente,
No certo rumo, a navegar afora
Sem chances promover de ônus de mora
De decisão tardia consequente:

É que o "Nhô Quin" desponta na visada,
Nosso freguês de outras áureas eras
Que nos aponta a próxima jornada.

Deixemos, pois, de vez, as vãs quimeras
Em proveito da rota consagrada
Ao sucesso, e não mais a pífias meras.

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia - Portugal -14/02/2005

Assim não dá!

É duro de o dizer, mas há ser dito
Que deste jeito não se considere
De siso quem ainda, assaz, espere
Uma ascensão por culminar o fito

De voltar aos tempos de Comito
E outros mais, que memória nos confere
De reviver, inda que desespere
A realidade atroz desse conflito:

Acordai, dirigentes, é lição
O que o Votuporanga vem dizer
Em plena Fonte, parco de ambição:

Acabamos, é fato, por perder,
Mas viemos da quinta divisão,
De mínimo placar: Isto é vencer!


Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal - 5/fev/05 


Ave, AFE 2005! (Poema em canto único)

I

Abre-se um novo ano e da esperança
À porta, nós de espreita ação alertas,
Os afeanos cuja fé alcança
Píncaros altos, ávidas ofertas
Que nesta lide possa dar, pujança
Antes vivida, aos corações, despertas
A malta de grená, que do passado
Hão de volver ainda ao nosso fado.


II

E põe-se a mente a imaginar, que é vasta
A glória dos de vinho desde antanho
Cuidando que é mister à dor dar basta
Que nos persegue, atroz, de amplo tamanho:
Voltando ao tempo que tempo vergasta
À tela vêm como que em névoa a banho
Áureo existir que nos foi existido
E em ano novo possa ser volvido.


III

Talvez como o cinquenta e quatro ingente
Em que de primo erguemos a cabeça
Para maior porvir, tal nos assente
Como perfeito alvor, bem aconteça:
A cotejar, quem sabe, o consequente
Do feito formidável, não pereça
A memória do time que, sem rogo,
Impôs-se em seis-a-três ao Botafogo;


IV

Ou já depois, quando em cinquenta e nove
Mostrou onde os maiores pelejavam
Do mundo, os campeões, quem os remove
Dos ápices da fama onde se achavam:
Vencendo a todos mais, só não comove
Os da Federação que assim roubavam
O campeonato de cuja campanha
Melhor atua, mas ao fim não ganha;


V

Ou dez anos após, em grande estilo
Sempre a cumprir rotas de audaz auspício
Torna a terceiro posto e daquilo
Pouco usufrui, pois o seu benefício
À cartolagem não promove asilo
Cuja ambição excede o próprio vício:
Eis, os cartéis famosos são distantes
Da justiça arguida mais que dantes!


VI

Ou ainda depois de alguns anos
Dezesseis no total, oitenta a meio,
Quando a nos infringir pesados danos
No tribunal paulista, de permeio,
Tentaram confiscar os nossos planos,
Com sofismas, da prática, no seio,
Quase já nas finais não permitindo
Que um trabalho tão grado fosse findo.


VII

Qualquer dessas campanhas mais famosas
Seja vivida, pois, nesta jornada
Ou mesmo de outras épocas airosas
Que não tanto, esta seja consagrada,
Pois se assim for, às metas abastosas
Iremos ter, eis por direito é dada
A quem já mereceu e foi tirado
Tudo o que de antes teve conquistado!


 

Antonio Carneiro (Bélier) -

VIII

À luta, pois, Ferroviária, é hora
De um segundo passo, firme, imposto,
Ser dado neste ensejo, sem demora,
Ao patamar seguinte cujo posto
Não seja colimar final, embora
Fundamental a este fim proposto
Porque é da Elite o teu lugar, em frente
Aos de melhor conceito, congruente.


 

V.N.Gaia - Portugal - 02/01/2005 


Decisão, ainda que tardia!

Que turbulento fado, oh! Triste sorte
De quem já de perene sofrimento
Cansou-se de carpir, algoz lamento,
Antecipando à vida a própria morte!

Pois já não se sabia do desnorte
Que impõe ao time um timoneiro isento
De sensatez fugaz, antes do evento,
Este lambuz medíocre de ocre porte?

Não servem as lições a quem não sabe
Tirar-lhes o proveito inestimável
E assim perdemos tudo que nos cabe!

Fora com este tolo lamentável
E seja hoje, que de ontem não se gabe,
E o erro não se torne irreparável!
 

Antonio Carneiro (Bélier) - Portugal

O parto da montanha (em Alexandrino)

 Sabor amargo de conquista assim obtida
 Qual de quem tem finita uma tarefa ingente
 Para o que preparou-se carinhosamente
 E vê por outro a meta principal vencida.

 É que a ninguém irá passar despercebida
 Tal decepção que nos ficou olhos à frente:
 Após um parto de montanha, instar somente
 Um rato, a cauda às pernas em pavor, metida.

 Pouca ambição não há de ser, isto sabemos
 O algo além que nos vai dar assaz sentido
 Para atingir o alvo que nós esperamos:

 Um passo tímido, não mais, eis o que ousamos,
 Que leva a divisão terceira e, isto obtido,
 Há que pensar maior do que hoje nós pensamos.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal - 24/09/2004

Triste Sina
 

Oh! Deserdada sorte que nos rala,
Infame fado, pleno de amargura
Cuja expressão nefasta se afigura
Qual punitiva unção, cruel Cabala!

Até quando esta sina que nos fala
Por mansa voz que ilude e pouco dura
Há de enganar-nos mais, triste moldura
Que é dos idiotas ante-sala?

É tempo já passado de romper
Com esta estúpida conformação
Que nos impõe o medo de vencer!

Resulte brio enfim da humilhação
Por que a vitória sempre possa ser
A nossa meta na competição.

 

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal


  

Ao peregrino das cautelas
 

E agora, a Jales vais armado
Em que, ilustre peregrino?
De fé na vida retornado
Ou no teu costumaz destino?

Que havemos de esperar, meu caro?
Mais sofrimento ainda imposto
De outro moribundo em claro
Só por cumprir dever imposto?
 

E.T. A humildade é bem que se aprecia;
  A submissão, porém, é covardia!
 

Antonio Carneiro (Bélier)
 V. N. Gaia - Portugal
 16/9/2004

Começo do Fim
 

O Linense, de parcos resultados
A nosso haver virá, inda aspirando
Um alento final, como esperando
Que tal resumo dê supinos fados:

Cabe-nos só, quase já libertados
Das contas por fazer preocupando
Para subir de divisão restando
Apenas mais três pontos conquistados

Mal pensar no Linense, mas agora
No título do Campeonato ainda,
Pois nada isto é demais, que nos demora:

Lembrando que o lidar que já nos finda
Não é final nem do findar a hora
Mas do começo o fim que se deslinda.

Antonio Carneiro (Bélier)

Rio de Janeiro, 09/09/2004

Recado a um Cauteleiro
 

O nosso mui prezado Cauteleiro
Que em Santa Rita hauriu a sorte plena,
De conquistar vitória, e não pequena,
Por paradoxo tem nome guerreiro:

É de baptismo Márcio, e mais Ribeiro,
Cujas façanhas são de tez serena
Quais cuidados que impõe na dúbia cena
Dos jogos fora ou mesmo em sua arena.

Cautela e caldo de galinha, assim,
A ninguém fazem mal, diz o refrão,
Mas é mister não confundi-lo ao fim

Com medo atroz ou falta de ambição
Porque, é lembrar, tais lides são enfim
De uma humilhante quarta divisão!
       

Antonio Carneiro (Bélier)

Rio de Janeiro, 09/09/2004


Sem poesia

 

Contristadamente, hoje não assinalo motivo nenhum para inspiração, embalde todo o esforço concentrado nesse sentido.

Com efeito, convenhamos que é muito duro saber de mais uma malograda empreitada, tal como a do domingo passado, quando sequer tivemos respeito para com a própria fortuna, que nos bafejou, talvez já entristecida, ela mesma, com esta incompreensível falta de confiança do time e mais ainda de seu comandante, com dois gols de vantagem ao dealbar do cotejo contra o hoje temido (sic) Monte Azul, cujas glórias imorredouras - que ninguém conhece - teriam aterrorizado tanto o santo sono do Sr. Márcio Ribeiro. 

Até o Bocage há de estar empenhado em livrar o astral do nosso treinador de ulteriores pesadelos ao cogitar de um próximo e temível compromisso a cumprir-se amanhã diante do abominável monstro chamado Santa Ritense, a ser enfrentado em seu infernal reduto.

Assim não podemos continuar. 

A classificação não está garantida, muito menos o Campeonato, pelo qual ainda (?) estamos lutando, por isso é imprescindível vencer.

E depois vencer de novo e de novo, até ao final. 

Somente deste modo poderemos atenuar os efeitos destas últimas e incompreensíveis vacilações, que nos levaram quatro pontos que estavam ao nosso inteiro alcance.

E nas férias de inspiração do poeta, a animação de todos os outros, sobretudo do amigo M.R., o homem das cautelas...

 

Antonio Carneiro (Bélier) 

Caxias, 03/09/2004


Anti-pavorosa ode (em 3 estrofes)

l

Pavorosa ilusão de assaz fraqueza

Para tirar de nós o Campeonato,

Estúpido complexo, vil defesa

Da incompetência em seu teor mais lato,

Que em Suzano emperra a sutileza

Em prol do conformismo que é de fato

Dos derrotados, de quem é empresa

O nivelar pelo padrão cordato,

Hábil de ter igual ao Barueri

Respeito como fora o Real Madrid.

ll

Fora com isto! É grande a dimensão

Do nosso objetivo, é nossa mira

Concorrer à prima competição

Que mui nos projetou e não nos tira

A glória conquistada, e ambição

Dá-nos, justo sentir, que não sentira

Outro, mais ajustado à condição

De haurir níveis de tão ínfima pira,

Pois, de quarto escalão, esta disputa

Nossa não é a verdadeira luta;

lll

E seja logo agora, eis não sabemos

Do Monte Azul provinda uma bravura

Capaz de facear o que fizemos

Ao longo de anos mais de áurea moldura.

Abaixo a covardia, o alvo ousemos

De atingir com luta, árdua e dura,

De olhos postos, além com que fiquemos

Em metas condizentes à figura

Que sempre nos impôs por corolário

E fez tremer qualquer adversário.

Antonio Carneiro (Bélier) - Rio de Janeiro, 27/ 8/2004


Ao topo, agora ou breve
 

Na rota, de Suzano, apor-se audaz
O time vem, de próxima paragem
De onde muitos já estão à margem
Que é tão longa, mas curta hoje se faz,
 

Pois de tantas batalhas, eficaz
Sortiu-se tal caminho, que a viagem
Tornou-se, quanto intrépita coragem
De vencê-las, no arrojo que compraz:
 

Eis, é vencer de novo e mais ainda
Para cumprir restantes a vencer
E ascender ao topo, etapa advinda,
 

Convencidos, qual somos, de sofrer,
Fartos destarte, de que quase é finda
Esta primeira rota a percorrer.
 

Antonio Carneiro (Bélier)

 São Paulo, 19/8/2004

Em frente, sem temor

Na Fonte Luminosa engalanada
Em domingo de agosto ensolarado
Com cores vivas de tom ilibado
Foi mais um passo dado na jornada:

Festa grená que traz rememorada
A ingente trajetória do passado
Cujo viver já bem nos tem instado
O reviver, assaz revigorada,

Mas cuidar é preciso mui deveras
Da auto-estima por anos sofrida
Pelo fracasso das últimas eras;

Não podemos temer a apetecida
Final vitória por minúcias meras,
Eis que demais a temos merecida.
 

Antonio Carneiro (Bélier)

Araraquara, 15/ago/2004

AFEANO DOENTE VOLTA À FONTE LUMINOSA!

 

Antonio Carneiro, o Bélier, torcedor da Ferroviária, que vive em Portugal, e escreve os sonetos para o AFEnet, retornou ao Adhemar de Barros para ver a partida contra o Barueri. 

Pé-quente, também viu os 2x0 da primeira partida  na Grande São Paulo. 

Este é mais um exemplo de amor pela AFE, que teve  sua felicidade completa presenciando o triunfo grená por 2x1.


VITÓRIAS EM RETA FINAL
 

De ótimo agouro, os ventos dão-te o rumo
Cujo sentido aponta, alvissareiro,
Para o final, de todos, o primeiro
Que hão de elevar-te a colossal aprumo:
 

Eis que o segundo turno assaz insumo
De conclusões começa e é verdadeiro
Que percalços vencidos, tens cimeiro,
Embalde tantos, e melhor resumo.
 

Eia, às vitórias, pois que poucos males
De Barueri a Araraquara e mais
Suzano, Santa Rita e mesmo em Jales
 

Hão de inflingir-nos em jogos finais:
Pelos montes, planícies e nos vales
Em pelejas deveras colossais.
 

Antonio Carneiro (Bélier) 

11/8/2004 - São Paulo - Brasil

JUVENTUDE REVIVIDA
 

Depois de muitos anos, vi meu time,
Vi meu time jogar e de repente
Foi como a juventude ampla, surgente
Voltasse qual desejo que se exprime
 

No altar que preitos tem e alma redime 
De todos os percalços, nobre, ingente,
Capaz de sobrepor-se, indiferente,
Que tantos, em jaez de alvor sublime.
 

Nos pés do Anderson senti magia
E do Michel habilidade imensa
Que do Bazzani eu pude ver um dia
 

E em todos mais percebo a luz intensa,
Hábil de nos guiar ao topo, à guia
Que há de nos por dos grandes em presença.
 

Antonio Carneiro (Bélier) 8/agosto/2004
Barueri - São Paulo - Bras
il

CORRIDA À LIDERANÇA

De entusiasmo pleno é nesta hora
A nossa equipe, cuja assaz conduta
Austera, há de encarar próxima luta
De audaz autoridade, dentro ou fora:

É que a definição já não demora
Por aprontar quem vence esta labuta
Da qual os comandantes em disputa
Vão disputar a liderança agora.

Assim, em Barueri e Araraquara
Por dupla ação veremos da contenda
Dos dois, justo padrão que os compara

E nós acreditamos, bem se entenda,
Nestas duas vitórias, hábeis para
Da trilha nos impor desta áurea senda.

Antonio Carneiro (Bélier) - 6/ agosto /2004
Rio de Janeiro - Brasil


Vencer sem medo

O ECUS de Suzano é visitante
Domingo, agosto primo, em nossa Fonte
E então mister que não nos desaponte
Faz-se, pois cada vez mais importante

Será vencer, os pontos em constante
E audaz acumular, no horizonte
O colimar mais íntimo, defronte
A cada jogo instado, a cada instante;

Posto que agora ou nunca há de ser dada
A palavra final, e logo além,
Poucos cotejos há e a consagrada

Das metas afinal será de quem
Fizer-se à luta audaz, encarniçada,
Sem temer-se a si próprio e a ninguém.
 

Antonio Carneiro (Bélier)

31/jul/2004 - Rio de Janeiro (Brasil)

Manto Grená em Monte Azul, de novo
 

Em Monte Azul, sábado, o compromisso,
Onde será, como já foi, montado
O manto de grená cor matizado,
Eis que é fundamental contar com isso,
 

Porque jamais se pode ser submisso
Quando objetivo ingente é colimado
E não será por cisma, derrotado,
Ou medo, quem se impõe, acima disso.
 

Para a vitória então, real sentido
Do que planeja obter de cunho novo
A meta que tem tanto perseguido:
 

Ao cume pois, de onde todo o povo
Verá, de norte a sul, bem estendido,
Manto grená em Monte Azul, de novo.
 

  Antonio Carneiro (Bélier)
  Rio de Janeiro - Brasil -  23/7/2004

Incentivo, agora e sempre
 

Do Passa-quatro, vem, de Santa Rita
Um novo desafio em fase austera
Em que muito otimismo não se espera,
Que a turma, dos reveses já se irrita;
 

Mas é quando infortúnio nos visita
Que devemos agir com raça fera
E assim deve entender toda a galera
Quando da Fonte entrar na palafita:
 

Eis, não se entende ação de outro jaez,
Pois hora é de unir as forças plenas
Desde este jogo e mais a cada vez:
 

Ao incentivo então, vozes serenas,
Irmãos grenás, com garbo e sensatez
Por logo haver notícias mais serenas.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro, Brasil, 17/7/2004


De Atenas a Jales  

 

Domingo, Julho, quatro, a zebra avança

Da Luz à Fonte em conflitante rota:
A Grécia vence então e nos derrota
O pífio Jalesense, e se relança.
 

O anti-jogo a mais valia alcança,
Porém fugaz seu êxito denota
Que a treva à luz jamais jaez devota
De seu triunfo, que uma vil lembrança:
 

Já preso, o animal de listas pretas
Confina-se ao seu Zoo e a Lins não volta
Para encobrir a lógica com tretas
 

E há de ficar por lá, que não se solta,
Pois a verdade é una e as torpes petas
Na mesma jaula ficam, sem revolta.
 

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia, 7/7/2004 - Portugal

Anelo no porvir
  

As nossas esperanças vão lançadas,
Que de esperanças mais são consentidas
As vitórias em lutas conseguidas,
De onde outras virão por alcançadas.
  

Cumpre porém que forças concentradas
Em cada passo façam-se assistidas
Com empenho voraz e perseguidas
As metas que tenhamos colimadas;
   
E eis que no contexto assim composto
Surge de Jales próximo adversário,
Onde perdemos por haver suposto
  
Que o vencer não se impõe por corolário
De sacrifício, fé, trabalho, gosto
E audaz anelo no porvir, diário.
  

 Antonio Carneiro (Bélier)
 V.N.Gaia - Portugal - 1/7/2004

Irresistível Missão Justiceira
 

É num cenário de importante grado
Na história recente brasileira
Que a nossa AFE estréia, alvissareira,
Em fase decisiva de seu fado,
 
Após vencer na etapa, lado a lado,
E pouco merecer, de alvo, primeira,
Tem o Palestra, e mais a justiceira
Missão de comprovar o já provado:
 
Avante então, de destemida audácia
Resulte a nova ação assaz temida
Por todos que hão de vir de vã falácia,

  

Pois nada há de deter nossa corrida,
Eis que, mesmo, resulta da eficácia
A vitória final, quando contida.

 

  Antonio Carneiro (Bélier)
  V.N.Gaia - Portugal - 25/6/2004


A volta do Fefecê

O Fefecê de volta nesta volta
Que é de todas as voltas derradeira
Bem nos encontra em posição primeira
Qual outros de outras voltas de envolta;

Em tal contexto atroz que nos revolta,
Pois nada nos tocou da dianteira
Em tais voltas de usufruir, fieira
De um pião que ao cabo não se solta:

Vem já de pretensões assossegado,
Que inda remotas tenha, desprezíveis
Para cumprir tabela, conformado.

Nas voltas, pois de olho, compatíveis
Com objectivo certo e com cuidado
Cuidemos por torná-las susceptíveis.
   

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal -  19/06/2004

Calma, gente!

As horas todas de uma vida inteira
Ou do percurso árduo de um caminho
Boas não são de um ser que, sem carinho
Pode falhar, mesmo que em dianteira;

Assim, nas lides de uma assaz vezeira
Competição de embates, comezinho
É ver cair um grupo já vizinho
Da meta a alcançar, opção primeira:

É de cabal relevo, pois, conduta
De quem dá incentivo, apoio e anima
Os que efetivamente vão à luta:

Destarte, calma, gente aflore acima
Já em Paraguaçu, e absoluta
Confiança no final que se colima.

Antonio Carneiro (Bélier)
V. N. Gaia - Portugal - 9/jun/2004
  

Nem soberba nem submissão
  

Quem da autoridade não faz uso
Adágio diz, com ela pelas ventas
Leva e deste intento nada isentas
As culpas tem por ser parvo ou confuso.
  
De Jales a lição não dê difuso
Entendimento pois, de idéias lentas
Para o porvir e louvas sonolentas
Não tolham objetivo deste fuso;
  
Manto grená, que em Monte Azul foi posto
Não venha a ser pisado em própria casa,
Eis, o fracasso agride quando exposto:
  
Seja no otimismo que extravasa,
Seja no exemplo inútil, mal composto
Da humildade submissa que defasa.
  
Antonio Carneiro (Bélier)
V. N. Gaia - Portugal -04/06/2004


Política no futebol
 
Quando há políticas junções contidas
Nas decisões que as injunções conferem,
Elas decerto justas não se inserem
No âmbito das leis pré-concebidas:
 
Neste contexto foram deferidas
Razões que no sofisma se referem
Em prejuízo nosso e hoje ferem
Nobres louvas em lutas conseguidas.
 

Esses critérios vis que abrem caminhos,
Tais como este dos quatro em grupo cada,
A quem só fez pior que seus vizinhos
 
São do conchavo a referência instada
Hábil de premiar os comezinhos
Do bajular em vênia concitada.

 Antonio Carneiro (Bélier)
 V.N.Gaia - Portugal
 30/05/2004

Seriedade, agora e sempre

Presença está para o final contexto,
Já garantida após árdua labuta
Que não define os louros desta luta
Embalde empenho todo, hostil pretexto:

Eis que deforma do juízo o texto
De premiar quem cumpre absoluta,
Audaz jornada em grande e não desfruta
Melhor do que o segundo, oitavo ou sexto.

Critério estranho e único no mundo
Que nos adverte e para mais convence
De obrar inda mais forte e mais profundo,

Porque é preciso, e a meio não se vence,
Gerir futuro além, mas indo a fundo
Sempre, e já agora contra o Jalesense.

  Antonio Carneiro (Bélier)
 V.N.Gaia - Portugal

 28/05/2004

Herdeiros do mundo

Os pacientes herdarão a Terra!
Em frase lapidar Cristo proclama
Uma verdade que todos conclama
A ter virtude que a virtude encerra;

E vê-se a praticar tal dom quem erra
No mundo e no computador programa
Domingos para ouvir seu jogo em trama
Que a rede alcança quando não emperra,

Pois há muito a Cultura, abonatária
Do esperado som em sua alheta
À paciência exorta, perdulária;

Eis o consolo incurso nessa treta
Aos torcedores da Ferroviária
E futuros herdeiros do planeta!

Antonio Carneiro (Bélier)
V. N. Gaia - Portugal
23/05/2004


De Lins à consagração

De Lins à Fonte os ventos são sentidos
Com ares de revanche, em tarde amena,
Pois no sentido inverso, a sorte plena
Sopraram contra nós, assaz compridos

Ditando da derrota aborrecidos
Pesares nesta luta a que serena
Tem dado ação a nossa ação na cena
De muitos outros jogos já vencidos:

Destarte é de esperar motivação
Maior para este ítem da porfia
Hábil de nos suprir afirmação

De que mero acidente aquele dia
Na rota dos triunfos nos iria

Lançar rumo à final consagração.

      Antonio Carneiro (Bélier)
 V. N. Gaia - Portugal
 21/05/2004

Qualidade sem esnobação

Para Tupã voltam-se as atenções,
Terra do deus de indígeno jaez,
Neste domingo após lição que fez,
Pensamos nós, conter más ilusões

Hábeis de haurir futuras frustrações,
Pois é mister saber que de uma vez
Pode ruir a plena solidez
De árduo labor por acomodações.

Da humildade à consciência plena,
O sábio faz caminho, pois conhece,
De seu valor, em comunhão serena

E assim será, porque jamais fenece
A qualidade que se impõe à cena
Quando seu dono dela não se esquece.
   

Antonio Carneiro (Bélier)
V. N. Gaia - Portugal
14/05/2004

    Lição a Servir

O dois a zero é uma contagem vaga
Quando alcançada antes do fim de um jogo,
Que ilude o que a alcança, cujo arrogo
Não raro faz sentir-se em pouse maga;

A desconcentração então propaga
A falsa idéia de vão desafogo
Antes de ter nas mãos o certo gogo
Hábil de alicerçar o que se afaga.

Eis que a lição do Batatais insira
Na mente desta equipe ímpar laçada
De humildade, assentamento e fira

O orgulho próprio porque da jornada,
Estamos no topo, mas isto refira,
É meio, e ainda não ganhamos nada.

  Antonio Carneiro (Bélier)
   V.N.Gaia - Portugal
   9/5/2004


Humilde Imperativo
 

Segunda volta, campeonato a meio
A AFE ao topo está, fase inaudita
Nos tempos últimos e já cogita
De lá manter-se, da tabela, em cheio.

O Batatais recebe e sem rodeio
Permite-se dizer que é favorita
E deste privilégio não sopita,
Pois hora é de não mostrar receio;

Contudo, é bom alvitre impor cautela
Quando todos, ao ver seu porte altivo
Hão de empenhar-se imenso contra ela:

Destarte, a par de orgulho relativo
Por conhecer valor que já chancela
Faz-se mister humilde imperativo.

  Antonio Carneiro (Bélier)
  V.N.Gaia - Portugal
  7/5/2004

Grito Contido

   

Partimos da mais ínfima das cotas
Ante o descrédito dos abnegados
Que de tanto se verem derrotados
Jamais rever supunham ricas rotas:
   

Bastou porém que fossem tais derrotas
Funestas, imbuídas de outros fados
Menos vis para ver-se, transformados
Os ânimos das almas devotadas
   
A cantar alto nas bancadas altas
Em grito há tanto tempo já contido
De alegre peito em cantos de ribaltas.
   
O torcedor da AFE, assaz sofrido
Inda há de ver mil glórias de que exalta
O pavilhão grená engrandecido.

   

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia - Portugal

07/05/2004

Carris Livres
   

A ferrovia está desimpedida,
Caminho livre para áureo destino
Desta locomotiva a andar com tino
Que um condutor sagaz impõe à vida:
   
Outros comboios vêm a assaz comprida
Distância atrás, em passo clandestino
E é só seguir caminho a traço fino
Sem adentrar desvios na corrida
   
Para chegar na frente, destacada
À estação "A3", primeiro passo
De uma extensa e augusta caminhada
   
Ao sítio certo para o qual é traço
Contínuo, eis que é justa morada
De quem caminha em tão firme compasso.
   
Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal
02/05/2004


Pavio de luz
   
O "Fefecê", de epíteto famoso
Que é em Fernandópolis surgido
Sucede o bom caminho sucedido
Que há caminhado já, firme, formoso
   
Locomotiva, cujo andar jocoso
Nos faz lembrar bom tempo antes vivido
Quando o temor fazia-se sentido
Entre os rivais de seu jaez vistoso.
   
Eia, sem medo ao novo desafio
Com respeito devido, todavia
E humildade, arte, ardor e brio
   
Por culminar nesta primeira via
Da lide a liderar, ígneo pavio,
O grupo, eisque acendea luz do guia.
   
Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal
29/04/2004

Prêmio à humildade
   
Da humildade o mor troféu é prêmio
Que os campeões exalta a excelsa cota
De cujo contemplar simples denota
O régio refulgir de áureo tesouro:
  
Destarte não é lícito desdouro
Considerar a quem se pouco nota
No sucesso de cujo haver devota
Um negativo acervo no pelouro
   
Com seriedade, pois, há que encarar
O compromisso próximo, tão sério
Como outro qualquer mais a se saldar:
   
Os de Paraguaçu, o refrigério
Não são decerto e havemos de lembrar:
Soberba pode instar em revertério.
   
Antonio Carneiro (Bélier)
V.N. Gaia - Portugal
23/04/2004

Manto grená em Monte Azul
   
Os tempos passam, mas memória fica
De tempos idos de fulgor nascente
Cuja expressão em seu teor pungente
Inda hoje anos de ouro identifica:
   
De tal louvor, louvor não se abdica
E assim por quatro vezes, concludente,
A AFE venceu este rival que à frente
Por compromisso tem, que se lhe aplica.
   
São novos tempos, outras estruturas
Se ergueram desde tanto alvor passado,
Mas é mister lembrar que são seguras
   
As tradições cujo lembrar é dado
Por reviver, qual antes, em gravuras:
Manto grená em Monte Azul montado.
   
Antonio Carneiro (Bélier)
Setúbal - Portugal
13/04/2004


Bocage Afeano

   
Do mundo astral de onde é onipresente
Nas plagas todas deste parco mundo
Um vate audaz, de todos mais profundo
Inspira-me no verso congruente
   
Para cantar por uma glória ingente
Hoje ofuscada, mas de impor jocundo
Que há de vingar em ápice rotundo
Inda que isto pareça incongruente:
   
É Bocage, o sadino herói da rima
Inexcedível, que os mais sobeja
E impõe seu estro, vendo-se lá em cima
   
Numa grená camisa, a qual lhe enseja,
Metido, incentivar a AFE e colima
O porvir que merece, e que assim seja.
   
Antonio Carneiro (Bélier)
Setúbal - Portugal -13/04/2004

Prenúncio de glória

 

Foi há cinquenta e um anos atrás
Em Lins, tal como, em vesperal cenário
Que antes, o passado adversário
A AFE enfrentou pelo colimo audaz

De verse entre grandes qual compraz
A todos, mas perdeu e necessário
Foi esperar dois anos, corolário
Útil para um erguer gigante assaz

Que a projetou a píncaros de glória
Por mais quarenta anos sucessivos.
Este prenúncio, eis, ditará a história

Dános a crer, sem júbilos nocivos
De outra ascensão que, humilde, uma vitória
Ao Jalesense há de auspirar motivos.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia - Portugal - 3/abril/2004.

A Louvo Alheio

 

Em Lins, cidade plana e aconchegante

Do "Casarão", de rococó ensino

Irá mostrar-se em pleno impulso empino

O "Rolo Compressor" itinerante

  

De nossa AFE, que aos poucos, relevante

Papel volta a cumprir, áureo destino

Que lhe foi reservado, dom supino

Aos grandes concedido, altissonante.

  

Há de contagiar o próprio povo

Do sítio ameno dantes referido

Mais esta exibição e extenso louvo

  

Será o comentar de mais ouvido

Como antes foi e tornará de novo

A ser por longo prazo a ser cumprido.

  

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia - Portugal - 26/março/2004


Segunda Testemunha - Bélier

 

 Tupã. Deus do Brasil, tal foi instado

 Por mito de aborígene oferenda

 Hoje cidade bela qual a lenda

 Verá seu clube aqui, representado,

 

 Na Araraquara, hospitaleira, em brado

 Que uma moldura humana e estupenda

 Há de saudar, que assim a recomenda

 Um exemplar "fair play" já comprovado.

 

 Será de todas esta a testemunha

 Segunda a ver da escalada o rumo

 Que há de levar a AFE a lauto aprumo

 

 Do qual de haurir há muito se acabrunha.

 Eis, pois à Fonte todos, já se cunha

 Nova vitória em colossal arrumo!

 

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia - Portugal - 20/03/2004

Justo Arrogo - Bélier

 

Em Batatais repõe-te o teu confino
De perseguir perdidas regalias
Que a Glória concedeu-te por valias
De que soubeste impor com sóbrio tino.

 

Por semanas algumas de supino
E sofrimento, algoz, em árduos dias
Hás de pugnar em outras mais porfias
De um Campeonato alheio a teu destino.
 

Que desta vez a sorte, áurea donzela,
Sobeje em tuas lutas jogo a jogo,
Ferroviária audaz, e nobre, e bela

 

Para que cedo ocupes, ameno rogo
O lugar que te cabe na tabela
Da Elite, teu mais justo arrogo.

 

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia_Portugal - 13/mar/2004

EXORTAÇÃO AO TORCEDOR

 

Miraculosa mão em teus favores
Vem dar, AFE gentil, assaz sentida
Por todos nós, a esperança haurida
Uma vez mais, da luta em estertores:
 

Deuses da bola, colossais senhores,
Eles também entraram nesta lida,
Descrentes, como nós, de que tal vida
Ignóbio sempre, vivas, sem louvores.

É hora, pois, de recriar-te, à imagem
Do teu passado, em fama inolvidável
Que ninguém pode abster-te da bagagem!

À capital vencer é tão provável
Como do Independente a derrapagem
Ante o XV é ser dado inquestionável.

 

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia_Portugal


Torcedor da Ferroviária:

 

Façamos uma corrente (transatlântica) irresistível para levantar o moral desse time, impulsionando-o para uma vitória domingo. 

ASSIM SEJA!  Valha a tradição! Aqui em Portugal, por exemplo, nem todos conhecem a Ferroviária mas certamente ninguém nunca ouviu falar do Independente de Limeira nem muito menos do E.C.O....

 

V.N.Gaia, 13 de Março de 2003

Antonio Carneiro (Bélier)

 

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À AFE EM TRISTES DIAS

Nas horas rudes do mais triste fado
No coração manter será preciso
A paz e a esperança, e de bom siso
Da dor usufruir por resultado,

Ciente de que o sofrimento é dado
A quem dele carece por que liso
Resulte como o diamante inciso
No seixo agreste, e não purificado:

Liso das hostes de falsos pendores,
De falsas lides, de «Farahs» da vida
Que hão de também pagar por seus humores

Até que um dia, a fase enegrecida
Se for, no horizonte outros alvores
De tempos novos ver com face erguida.
 

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia - Portugal - 21/02/2003

CONSOLO NA MEMÓRIA

 

Rosã, Porunga e Tonho na defesa,
Dirceu, Rodrigues, Cardarelli ao lado

Da linha média em WM ousado,

Impondo segurança e singeleza.

O ponta era Faustino, dextra acesa
De hábil jaez, Dudu meia insuflado
De magia invulgar, Baiano instado
Centro-atacante de avançada empresa

 Na banda esquerda em plano inexcedível

Bazzani, o cerebral gênio da bola,

E mais Beni, veloz, imprevisível:

Um dia foi a AFE, ingente escola
De futebol, soberba, inesquecível
Cuja memória inda hoje nos consola.

Antonio Carneiro (Bélier)

V.N.Gaia - Portugal - 18/02/2003


AFEANO em Portugal

 

Das esquerdas margens do rio Douro, neste setentrional espaço terrestre, envio efusiva saudação de afeano jaez aos torcedores que, apesar de tudo, continuam a incentivar a gloriosa Ferroviária.

De minha parte, conquanto distante (ainda mais) do austral espaço araraquarense, continuo sofrendo (agora via internet) a cada gol que nos impõem, alguns de agremiações sem nenhuma tradição.

Que saudades do Parada, do Faustino, do Dudu, do Bazzani, do Nei, do Tales, do Téia, do Peixinho, do derradeiro time de glórias em 85 (Carrasco, Serginho Dourado, Marcão, Nenê, etc)!

Humildemente, solicito meu cadastramento entre os aficcionados da AFE, ao tempo em que envio em particular um grande abraço ao Wilson Luis, ao Olivério Bazzani Filho e a outros tantos amigos que aí deixei e nunca mais pude rever.

Rumo à série A2, que ainda é possível!

 

Antonio Carneiro (Bélier) - Canidelo 4400-130 V.N Gaia - Portugal - 6/ fev / 2003


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