O Cantinho do Bélier

"Poema Afeano"

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CANTINHO DO BÉLIER

um pouco de cultura, amor e emoção onde o tema único é a querida ferroviária.


O CANTINHO DO BÉLIER

Antonio Carneiro

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3X1 ao XV (Piracicaba) – 2X4 nos “penalties”
(Poema AFE 546)

Injustiça planejada (por um gatuno)

Não foi do futebol a injustiça,
Que é marca registrada deste esporte,
Sequer a sempre mencionada sorte
O que esta conquista nos derriça;

Mas da primeira mão a corrediça
Ação de um gatuno a ignóbil porte
De um apito infame cujo aporte
Bem serviu ao rival na inteiriça:

De novo vence quem não o merece,
Pois fez a AFE muito mais, decerto,
Que os outros todos, sem lograr a messe.

Maldito apitador! Que seja certo
Trazer por vida afora isto que impece
De a triste fronte erguer a peito aberto.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
26/11/2016

0X2 ao XV (Piracicaba)
(Poema AFE 545)


Vergonhoso! AFE nas malhas do apito (de novo…)

Seria um memorável sucedido
A relembrar passado glorioso
De dois “titãs” do interior, famoso
Clássico a nobre ensejo tão havido,

Não fora um biltre com apito obtido
Talvez num repto pouco criterioso
Entre venais, que a um contencioso
Dão ofício, por ser o mais bandido;

Assim, um penalty não é marcado
Sobre o Helder Santana, em claro lance
E um gol fora de jogo é validado:

O que fazer? Alguém agora avance
Por reparar o mal que reparado
Não possa ser, que só à AFE alcance.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia- Portugal
19/11/2016


1X1 ao São Caetano – AFE 5X4 nos “penalties” (Poema AFE 544)

Salve AFE! Estamos na final! ou “São Mateus” II

Emocionante! Após intensa luta
Em que os rivais bateram-se com garra,
A merecida festa, grande farra
Por premiar campanha resoluta!

O São Caetano, equipe mais arguta,
Que a mais experiente assim se narra,
Organiza-se bem, não se desgarra
E “acha” um gol numa jogada astuta;

Elder Santana empata em arrancada,
E eis que o “xadrez” do campo se complica,
Pois a cautela é mútua e devotada:

A decisão aos “penalties” se estica
E o “São Mateus” conduz, porque se grada,
A AFE para a final, que a qualifica.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
12/11/2016

0X0 ao São Caetano (Semi final – 1ªmão)
(Poema AFE 543)

Rumo ao cotejo final – Força AFE!

Valeu em São Caetano o resultado
Melhor do que, decerto, a exibição,
A permitir assim cesta ascensão
Para o segundo prélio assinalado:

O grupo é jovem, inda que empenhado
Mostra certos falhanços na ação,
Nervos a mais, porque na transição
Falta-lhe a imponência no gramado (relvado).

Mas há de superar-se,que afinal
É de enorme importância este ensejo,
Talvez maior que o próprio Paulistão,

Pois vaga em torneio nacional
Garante ao vencedor, amplo desejo
De quem quer ampliar-se em dimensão.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
06/12/2016

2X1 ao Nacional (S.P.)
(Poema AFE 542)

Rumo à semifinal

Ontem, já numa relva em condições,
Na Arena da Fonte majestosa,
Teve a AFE uma chance mais jeitosa
Por demonstrar as suas ambições;

Mas de início deu azo às emoções
Que ofuscaram-lhe a pose mais briosa
Até que um gol do Kaio deu a prosa
Para instar-lhe equilíbrio nas ações.

Equipe jovem, pouco experiente,
À ansiedade, embora o resultado,
Curvou cerniz,lhe fosse sorridente.

Rumo à semifinal, grupo apurado,
Agora o São Caetano pela frente,
Há que se impor com gesto mais ousado.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
30/10/2016


1X1 ao Nacional (SP)
(Poema AFE 541)


Empate em campo complicado

Sousa, o comendador, deu nome a via
Onde brilho arrostou, da capital,
Anos cincoenta, o clube Nacional
Que foi rival da AFE neste dia;

Ali nuito se viu da mais valia
Da gloriosa equipe afeana, tal
Como ela agora intenta, eis que afinal
Da copa almeja a alta mais fasquia;

Porém no desafio propriamente,
Num campo encanecido e mal cuidado
Não se exibiu a AFE sabiamente:

Sem um porque assaz justificado
De alguns titulares fez-se ausente,
Arrancando um empate a duro enfado.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
22/10/2016

1X0 ao Grêmio (Catanduva)
(Poema AFE 540)


Apuramento em dia de “São” Mateus

Pelos de Catanduva novamente
Viu-se a Ferroviária eclipsada,
Que o já houvera sido na jornada
Do turno, do rival no ambiente;

Jogou apenas o suficiente
Para vencer, deveras amparada
Por “São” Mateus, goleiro de alma grada
Que até penal pegou, tangencialmente.

As quartas de final seguem-se agora
Para as quais o cuidado é mais devido,
Posto que quatro equipes caem fora;

Também um outro empenho é requerido,
Com ambição maior, que é esta a hora
De alcançar o lugar apetecido.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
16/10/2016

1X0 ao Bragantino
(Poema AFE 539)


Meta mais próxima

Em dia consagrado a Aparecida,
Padroeira da terra brasileira
Cujo manto de azul marinho esteira
Supre de luz a quem por ela envida,

Viajou a Bragança pela lida
Da copa agendada na carreira
A Ferroviária em intenção primeira
De a terceira vitória obter seguida;

Não jogou muito bem e até se viu
O rival a se impor do jogo a meio,
Porém sempre o triunfo conseguiu

E apuramento quase de permeio:
Isto é que importa, assim se permitiu
De a meta ver mais perto por que veio.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
12/10/2016


5X2 ao Santos B
(Poema AFE 538)


Rumo à Série D

Uma semana após, eis novamente
Ferroviária e Santos, desta feita
A se enfrentar na Fonte, como ajeita
A tabela da copa concernente:

Desde logo a mostrar seu ascendente
Sobre o grupo praiano sem suspeita,
Com uma exibição mui bem aceita
A “Ferrinha” se impôs de voz ingente;

Neste contexto, instando goleada,
Superou o rival, William Cordeiro
A destacar-se em célebre jornada.

Seja este o sinal justo e certeiro
A indicar a reta caminhada
Rumo à série D do “Brasileiro”.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
09/10/2016

1X0 ao Santos B
(Poema AFE 537)


Glosando o mote:
“Nem sempre o diabo está detrás da porta”

Em tarde fria do “ABC” paulista
Ontem vimos jogar a Ferroviária,
De uma situação assaz precária
No torneio a tentar sair com vista;

Sua rival, a formação santista,
De secundário haver fez-se usuária,
Que a principal equipe de outra área,
O nacioinal certame é duelista.

Não foi bem a “Ferrinha” novamente,
Mas deu com a Fortuna, que não porta
Como sua aliada ultimamente:

Venceu o jogo, adágio, isto é que importa,
Do povo a nos lembrar, correspondente:
“Nem sempre o diabo está detrás da porta”.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
02/10/2016

2X2 ao Bragantino
(Poema AFE 536)


Inadmissível!

É triste ver, sem brilho e tradição,
No “Nacional”, a escalonagem vária,
Diversos clubes, e a Ferroviária
Fora desta importante emulação;

E mais ainda, quando tem à mão
A oportunidade necessária
De obter uma vaga nessa área,
Disputá-la com mínima ambição.

Para quem quer ganhar, inadmissível,
Como ontem, é perder pontos em casa,
Pois assim a missão calha impossível:

Parece mais que ao grupo bem não vaza
O saber da importância, tão visível
Ao porvir, deste ensejo, que extravaza.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
29/09/2016


1X2 ao Grêmio (Catanduva)
(Poema AFE 535)


Vontade pouca, fraco almejo

Eis que em condições de ínvia área,
Num capinzal, que assim mais parecia,
Findou-se invicta trilha, que seguia
Nesta competição a Ferroviária:

Findou-a o Grêmio, formação precária
De Catanduva, e de parca valia,
Mas que mostrou vigor e ousadia
Ante um rival de pífia ação contrária;

Vontade pouca é de fraco almejo
Quando se ambiciona algo maior,
Vencer a prova, no aludido ensejo;

E atenção: Nesta fase um pormenor
Menos cuidado enguiça o “realejo”
E anula tudo o que se fez melhor.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
25/09/2016

3X1 ao São Carlos
(Poema AFE 534)


Rumo: Nacional, primo objetivo

Com trinta pontos, saldo vinte e nove
De golos, finda a AFE e assaz se gaba
Da copa a fase inicial que acaba
Por ter de sobra o bom jaez que a move;

Hoje na Arena impôs-se, assim comprove
O clássico placar com que desaba
O vizinho São Carlos e silaba
Do triunfo o dizer com que o encove.

Para a segunda etapa é seu destino
O Santos enfrentar e, mais ainda,
O Grêmio Catanduva e o Bragantino:

Que bem prossiga essa campanha linda
Rumo a lugar no Nacional, que é primo
Seu objetivo nesta lida advinda.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
18/09/2016

5X0 ao Independente (Limeira)
(Poema AFE 533)


Em busca do espaço devido

Eis que em alheias plagas novamente
A vitória sorriu à Ferroviária,
Que a conquistou de forma autoritária
Diante desta vez do Independente

Com goleada ainda mais ingente,
Cinco a zero em total, abonatária
De um grupo que ambiciona, legatária,
No resgate do que lhe é inerente.

Assume agora a liderança, enfim,
Do grupo, desta copa na disputa,
E passa à outra fase, pois, assim,

Na qual deve enfrentar mais rija luta
Que há de vencer, na busca, outrossim,
Do espaço seu de que inda não desfruta.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
11/09/2016


4X0 ao Batatais
(Poema AFE 532)


Contingência decidida

Já apurada por seguir em frente,
Recepciona a AFE o Batatais
Que, antes mesmo, não se apura mais,
De começar o jogo, certamente;

O treinador, de ação menos frequente,
Na equipe alguns escala, e ademais
Desde o início o prélio dá sinais
Para os grenás de um claro ascendente;

Daí a goleada é consequência:
Felipe Silva marca dois, e um
Igor e Raniele em convergência

E assim prossegue sem fulgor algum
Esta já decidida contingência,
De uma copa paulista na sequência.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
08/09/2016

3X0 à Matonense
(Poema AFE 531)


Soube a pouco…

Teve a AFE missão facilitada
Em pagos do alheio pese embora,
Hoje, que a Matonense anda de fora
De alguma aspiração escogitada;

A qual porém se abriu pouco aplicada,
Que o treinador afeano viu-se em hora
De testar uns meninos sem demora,
Ciente do rival da pouca alçada;

Patrick, aos vinte e um, de calcanhar
Abriu o ativo, da segunda parte,
Felipe e Fabrício a completar

Adiram mais dois golos, e destarte
Aapurou-se a Ferrinha com vagar
Para a fase seguinte deste encarte.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
02/09/2016

1X1 ao Comercial (RP)
(Poema AFE 530)

 

Empate por castigo

Ontem o “come-ferro” foi jogado
Do “Bafo” em orbe bem encanecido
E ali podia a AFE ter vencido,
Não fora haver-se tanto acomodado:

Mostrando seu mais alto predicado,
Da prima parte ao fim um lance urdido
Foi por Diogo Sousa concluído,
Pese embora o goleiro haver falhado;

Para o segundo tempo, e não se explica,
Recuou, dando campo a seu rival
Que de um gol, quase ao fim, se bonifica.

Voltou a se impor, mas afinal,
Como antes fizera, não se estica
O tempo, e deu-se empate até final.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
29/08/2016


1X0 ao Rio Claro
(Poema AFE 529)

Invencibilidade plena

 

O Rio Claro entrou com presunção
Ontem, de invicto, na Fonte Arena,
Cantando empáfia e mérito, mas não
Saiu de lá na mesma cantilena:

Um gol de Wellington deu conclusão
A esse “status”, e agora em cena
Figura só da AFE a condição
De tal ensejo, e de instância plena,

Pois também nenhum tento foi marcado,
Sete jogos após, por seus rivais,
Ter-se a copa paulista iniciado,

Marca que fica inscrita nos anais
Da história do clube em mor legado
E que pode ampliar-se ainda mais.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia- Portugal
21/08/2016

2X0 ao São Carlos
(Poema AFE 528)

 

Bestunto inútil

Em São Carlos, no estádio epitetado
Por “Luizão”, reduto do rival,
Da copa a AFE obrou lide final
Pela primeira volta do agendado;

Já à chegada ao sítio, apedrejado,
Viu por locais, em gesto bestial,
Seu auto carro, alamiré asnal
De quem se sente assaz incomodado:

Enquanto na bancada prosseguia,
Na prima parte resolveu o assunto,
Do anfitrião a vil selvageria:

Luan lhe deu início e, por junto,
Gustavo Henrique lhe fechou a via,
Inútil colmatando tal bestunto.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
07/08/2016

5X0 ao Independente (Limeira)
(Poema AFE 527)

 

A herança do Vieira

Padrão de jogo, futebol com arte
Que Vieira implantou e, inteligente,
Picoli aproveita, coerente,
Em prol do grupo e da própria parte;

Também é justo referir, destarte,
O trabalho eficaz que certamente
Nas equipes de base vê-se assente
Dos meninos da turma no encarte:

Wellington bisou, mais sucedera
A Gustavo e Raniele, de abalada
Ao rival por mais dois, que se abatera,

Willian Cordeiro, que antes já sofrera
Penalidade máxima ignorada
Com “golaço” selou a goleada.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
31/07/2016


2X0 ao Batatais

(Poema AFE 526)

 

Bom triunfo em Batatais

Um outro compromisso, a copa em caso,
Venceu ontem a AFE em Batatais,
Onde não foi preciso nada mais
De uma primeira parte o curto prazo;

Mas não entrou tão bem, e asim deu azo
No prélio, ao rival por dar sinais
Em momentos do mesmo iniciais
De domínio, inda que com fundo raso,

Até que pesou mais a qualidade
Dos afeanos, e então o marcador
Kaio Fernando e Wellington fixaram;

Depois foi só gerir na outra metade
A vantagem obtida, com rigor,
Colimando os três pontos que lograram.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
28/07/2016

5X0 à Matonense

(Poema AFE 525)

Massacre

Elder Santana abriu o marcador
A converter uma penalidade,
Gustavo Henrique pôs dois a favor
Da prima etapa ao fim da hostilidade;

Nova infração penal a seu dispor
Tem Wellington, que a cobra com vontade
E três impõe para maior rigor
Da segunda ao início, na metade;

Dois reservas adentram ao relvado
Por findar do massacre intensa sense:
Diego Sousa e Juninho em alto grado

E assim da goleada faz pertence
A AFE por maior no campeonato
Ante a modesta equipe matonense.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
24/07/2016

0X0 ao Comercial

Poema AFE 524

 

Paciência…

O “come-ferro” ontem disputado
Na Arena da Fonte pela copa
Trouxe-nos logo à mente que galopa
Memórias sempre vivas do passado:

No campo então, tal como relatado,
O jogo vê o adepto e se estofa
Da AFE, porque assiste à sua tropa
Enredar-se do “bafo” no cercado;

Com mudanças devidas bem se talha
Para a segunda parte o treinador
E ela só não vence, que não calha

A Fortuna, e o goleiro opõe rigor.
Paciência é preciso que nos valha
Até ver esse grupo vencedor.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
17/07/2016


0X0 ao Rio Claro
(Poema AFE 523)

 

Empate na estréia

Paulista à copa, eis a Ferroviária,
Que agora dá por prêmio lisonjeiro
Vaga no Nacional para o primeiro,
A estrear-se em terra adversária;

De Rio Claro leva de arbitrária
Injunção por juízo atraz matreiro
Um ponto, que o apitador arteiro
Bem quis roubar em circunstância vária:

Que ao goleiro mostrou cartão vermelho
Por infração de tal não merecida
E ao nosso meia impôs igual castigo,

Pelo que há de entender de tal espelho
Do clube a direção que é bem devida
Uma queixa, que a mais corre perigo.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
10/07/2016

AFE 2X1 Flamengo
(Poema AFE 522)

 

Guerreiras vencem Armada (Semi final campeonato brasileiro feminino)
 

A um rival que é patrocinado
Pela Marinha (pasmem) brasileira
Cuja sustentação é feita inteira
Por tributo ao povo reclamado,

As guerreiras da AFE, desfalcado
Com time, quase por total maneira,
Lograram de vencer com fibra useira
Capaz de ultrapassar qualquer malgrado.

Ao Flamengo ganhar, como é sabido
Constitui-se em sabor especial,
Clube por tantos meios protegido

Como se pode neste em cabal
Escandaloso caso sucedido
Que a quase todos passa por normal.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
06/05/2016

3X3 ao Fluminense (RJ)
(Poema AFE 521)


Do pó de arroz em ninho de urubus à garra afeana

Em ninho de urubus num triste dia
Caiu o pó de arroz de bichas loucas
E as consequências vis não foram poucas
Deste consórcio bufo pela via:

Um novo predador assim surgia,
Gerado à razão de orelhas moucas
Dos biltres aplaudido em vozes roucas
Em meio à mais vilã hipocrisia.

O gerador do abutre afeminado
Na Fonte ontem registrou presença,
Arrogante, e do árbitro amparado,

Mas viu de seu rival a garra intensa,
Que apesar de esvaído e espoliado
Soube dar a resposta à triste ofensa.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
05/05/2016


1X1 ao Salgueiro (PE)
Poema AFE 520


Presunção mal sucedida

Lá no nordeste, onde a caatinga estilo
Da região um clima inusitado
Que não se vê do mundo em qualquer lado
Traz sempre o ínvio modo de segui-lo,

O Salgueiro, que vi chegar tranquilo
À Arena da Fonte num passado
Recente, a se afirmar por apurado
Sem na segunda mão buscar asilo,

Viu-se da copa ontem removido
Pela Ferroviária que esnobara
Naquela noite, em prélio decorrido,

Numa demonstraçãoprecisa e clara
De que da presunção é descabido
Qualquer agir com que ela se depara.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
14/04/2016

0X0 ao Linense
Poema AFE 519


Milagre de santo

Na tarde quente em Lins, final de estio,
A AFE arrosta, como lhe é frequente,
O sufoco de si sempre presente
Do final de outra prova em desafio

Que é nervoso, a tensionado fio,
Na cautela apostado, incoerente
Com a fase primeira, em que, imponente,
Exibiu ela decantado brio:

Pouca bola se vê andar guiada
Pelos artistas, que mais atenção
Concentram de outras bandas na jornada,

Até que vem notícia de almo são,
O São Bernardo, em milagrosa obrada
E se escapam os dois da aflição.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
11/04/2016

0X1 ao Botafogo (RP)
Poema AFE 518


O parto da montanha

Após exercitar força tamanha
Capaz de estremecer os seus rivais,
Eis que a Ferroviária não dá mais
Que a imagem de um “parto de montanha”

No qual, diz-nos a fábula, ela amanha
Um ruidoso fenômeno dos tais
Que abalam estruturas colossais,
Temerosos de ameaça tão estranha

Para depois de tal bravataria
Parir um mero rato inexpressivo
Ao final da insólita ousadia;

E não se sabe ao certo qual motivo
Deu à AFE por esta alegoria
De avançar a caminho inconclusivo.

Antonio Carneiro (Bélier)
V.N.Gaia – Portugal
05/04/2016


1x4 ao Santos

Poema AFE 517?

A Musa em férias
 

... temos de registar as nossas escusas pela não inclusão, como é hábito fazer, de um poema alusivo, eis que a inspiração necessária (e por vezes não suficiente…) negou-se a aparecer para a mente deste escriba.

A Musa, pois, “entrou de férias”, e esperamos que retorne ao “trabalho” no domingo, data de nosso retorno a Portugal, quando será fundamental vencer o Botafogo (R.P.), que vai à Arena da Fonte “com o credo na boca”, seriamente ameaçado pelo rebaixamento ...

 

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
01/04/2016

2X0 ao Oeste (Itápolis)
Poema AFE 516

 

Regresso aos retos trilhos

Após longa, que curta, e mal quista
Trajetória, no tempo, percorrida,
Eis que a Ferroviária de vencida
Logrou vingar a lide hoje prevista:

Com seu equipamento flamenguista,
Que rubro negra a blusa tem vestida,
Foi o Oeste que lhe deu guarida,
Mais gostosa apostando esta conquista.

Já era de esperar-se tal sucesso,
Pois mal não há que dure, e empecilhos,
De perene, imputando-se o egresso

Aos ventos da má sorte nos atilhos,
Para recolocá-la do progresso
Na senda de uma rota em retos trilhos.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
26/03/2016

0X1 ao São Bento
Poema AFE 515

Precipício à vista?

Vai a Ferroviária a Sorocaba,
Do campeonato no prosseguimento
Para a sorte jogar, contra o São Bento
De que o recente usar bem não se gaba,

E vê que a triste sina não se acaba,
Que não se acaba o seu assentamento,
Pois para um novo jogo outro tormento
Vem inchar a tormenta já tão braba.

Razões para este quadro inesperado,
Que bem se houve o time já, de início,
Há que apontar, o erro ser sanado

Antes que mais não possa ser propício
Salvar-se o que inda possa ser salvado,
Que já se vê à beira o precipício.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
23/03/2016


0X2 ao São Bernardo
Poema AFE 514

 

Os meios oportunos das vontades

Mal calha a eficiência quando calha
De mal servir a quem dela se serve
Com abusado haver que lhe conserve
O desserviço que ao proveito ralha:

Um festival de pífias, Deus nos valha,
Exemplo hoje se viu de tal que enerve
Na Fonte o torcedor que o observe
Mais presente em meio a tanta falha;

E a Ferroviária perde novamente,
Após criar mil oportunidades
Por vencer o rival tranquilamente,

Que jogou com as tais cumplicidades
De quem de alheios erros faz presente
Os oportunos meios das vontades.

Antonio Carneiro (Bélier)
Araraquara – Brasil
20/03/2016

1X0 ao Salgueiro (Copa Brasil)
Poema AFE 513


Carcará chumbado na Fonte

Ainda jovem clube, que se anima
Em cenário das hostes do nordeste,
Eis que o Salgueiro, carcará, investe,
Do sertão, contra a AFE em duro clima:

Pela copa Brasil o embate encima
Da cautela o roupão com que se veste
No início, e de pouco se reveste
Em termos de emoção que o anima;

Porém depois, já na segunda parte,
A Ferroviária o pássaro encurrala
Que não lhe dá senão um tênue aparte,

Até que justo agravo lhe assinala
De cujo vulto pouco haver reparte,
Que o mereceu em bem mais ampla escala.

Antonio Carneiro (Bélier)
Araraquara – Brasil
18/03/2016

1X2 à Ponte Preta

Poema AFE 512

Descarrilamento na ponte

A não se armar como se armara antes,
Talvez por uma ausência assaz sentida
Com a desconfiança dela havida
Do início do cotejo nos instantes,

Dentre outros percursos conflitantes,
Carris mais duros por pior corrida
Trilhou a AFE e sobre a ponte erguida
Descarrilou em erros abundantes.

A analogia serve de ocasião
Por ilustrar uma pífia amostragem
De irreconhecível prestação

Da qual, para servir à má visagem
Falhanço derradeiro deu guião
Ao desastre final desta viagem.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
12/03/2016


INTERMEZZO

O árbitro

Abominável ser, que habita áreas
Do futebol, inda que o não pratique,
Causa maior dos erros no despique
De decisões infames e arbitrárias;

Trina instrumento atroz de latas várias
Para quem dele o mal identifique
Por final, pois se em falhas mal se aplique
Ninguém bem as derroga, perdulárias.

Faz-se de auxiliares amparado,
Dois dos quais bandeirolas dão ao vento
Por lançar mais lambanças ao legado;

De luto é seu normal equipamento
Que se dá bem assim por adequado
Deste esporte a quem é vil elemento.

Antonio Carneiro (Bélier)
07/03/2016

 

1X2 ao Novorizontino
Poema AFE 511

Tartáreo lume

A noite fumegou tartáreo lume
Sobre a Arena da Fonte, certamente,
Convertendo o sorriso de contente
Do torcedor em lúgubre queixume;

Isto porque dos erros deu ao cume
A AFE em torvelinho incoerente,
A culminar na pífia contundente
Do minuto final, negro aziúme;

Mas das lambanças exclusividade
Não teve a nossa equipe, que outra vez
Do árbitro nas mãos parcialidade

Logrou de experimentar, por mau jaez
E agora vê-sea palmos consequente
De quem falha em agir com sensatez.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
06/03/2016

2X1 ao Palmeiras
Poema AFE 510
 

Porco assado em cremalheiras da locomotiva

No “Allianz Parque”, assim rebatizado,
O “Palestra” de nome mais antigo,
Veio a Ferroviária, sítio amigo,
Reviver faustas glórias do passado;

Nada melhor, destarte, para agrado
Dos mais velhos das mentes ao abrigo
Que os símbolos lembrar dos dois comigo
Litigantes do prélio aqui focado:

Um quadro então das ditas tais maneiras
Visualizar se pode em cor ativa
Para do jogo dar noções certeiras,

Mostrando imagem elucidativa:
Um porco assado à sombra das palmeiras
Nas cremalheiras da locomotiva.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro -Brasil
28/02/2016


2X3 ao Ituano
Poema AFE 509


Infausta idéia em noite negra

Gerir o elenco, quis o treinador,
Em Itu, onde as coisas são gigantes
E meio time que jogava antes
Ficou no banco a ver do jogo a cor:

Minuto um, aterrorizador
É do goleiro o gesto, e mais constantes
Mais outros, e dois golos resultantes
Das pífias dão da noite o riscador.

Repõe três titulares o gerente
E a AFE impõe o empate ao seu rival,
Mas do apito o biltre novamente

À reação impõe logo o final;
O jogo segue, um novo frango à frente
E da derrota o mote aduz sinal.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
25/02/2016

2X2 ao Corinthians
Poema AFE 508


Corinthians ao colo, má Fortuna, injusto fim

Eis que se apresenta novamente
Na divisão primeira estadual,
Perante um “medalhão”, como é normal
Chamar-se o que tem quem o leve à frente:

Foi o Corinthians o da vez presente,
Último campeão do Nacional,
Destarte poderoso e assaz rival
Para favorecer-se inteiramente;

Mas não temeu a AFE o adversário
E só não o venceu por fado alheio
E da arbitragem dúbia em corolário,

Tal como em outros idos, que em permeio
Da mente nos passou ao relicário
De injusto fim a mágoa que adveio.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
21/02/2016

AFE 2X1 Santos
Poema AFE 507


(futebol feminino Brasileirão)

Seria uma injustiça consumada
O não apuramento das guerreiras
Ante menos dotadas, as peixeiras,
Conquanto com equipa desfalcada:

São elas campeãs da cobiçada
Libertadores, de nações inteiras
Em disputa, e não de corriqueiras
Ligas menores, de menor alçada.

Agora há um novo desafio,
Que certamente é mais dificultoso
Pela segunda fase do torneio;

Para enfrentá-lo, certamente o brio
Haja por adejar, de sempre, honroso,
O grupo, em vôo audaz e altaneiro.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro – Brasil
17/02/2016


3X0 ao RB Brasil
Poema AFE 507

Para lavar a alma

Em emprestados pagos, que os não tem
O seu rival, inda que endinheirado,
Eis que a Ferroviária o põe de lado
Com uma exibição de alçá-la além

De qualquer otimismo a mais de quem
Esperasse um triunfo assoberbado
Dos tantos cujo enlevo é consignado
No âmbito das contas que convêm;

Mas para nós, mais que estas tais avenças
Que a muitos o espírito acalma,
Sofridos pelas ínvias malquerenças

Que há tantos anos o sofrer açalma,
Esta vitória nos acorda intensas
As emoções para lavar a alma.

Antonio Carneiro (Bélier)
Rio de Janeiro -Brasil
14/02/2016

3X1 ao Rio Claro
Poema AFE 506

Manto negro em noite quente

De equipamento novo em noite quente,
Como ela negro, de expressão singela,
Contempla a AFE exibição tão bela
Quão pede o seu adepto exigente:

Por modo definido e consciente
Domina o seu rival e já revela
Ambição por impor-se sem mazela
Entre os mais que se impõem mais à frente.

Faz-se porém mister que haja cuidado
Que este torneio é curto, traiçoeiro
E com astúcia deve ser jogado,

Pois deste plano por manter-se useiro
Urge o labor cumprir, disciplinado,
A qualquer um que o queira ver soeiro.

Antonio Carneiro (Bélier)
Araraquara – Brasil
11/02/2016

2X1 ao Mogi Mirim
Poema AFE 505

Histórico triunfo

Vinte anos após, ante a torcida
Na Arena da Fonte engalanada
Viu-sede novo a AFE na jornada
De divisão primeira conseguida;

Frente ao Mogi Mirim foi a partida
Que se inicia assaz dificultada
Pela rival equipe retrancada
Em planilha de jogo concebida.

Por total seu domínio concretiza
Com garra, mesmo em face da atitude
Do árbitro, que muito a penaliza

E vence o jogo com assaz virtude
Para empolgar seu povo que divisa
Rever de suas glórias a amplitude.

Antonio Carneiro (Bélier)
Araraquara – Brasil
05/02/2016


0X1 ao Água Santa

Poema AFE 504

 

Iniquidade Premiada

A data marca festejado evento
Em Diadema, sítio arrabaldino
Que assinala a tempo vespertino
O retorno da AFE a seu portento;

Sublima o torcedor o sofrimento
Por duas décadas de infausto tino
E já contempla um áureo mais destino
Do início da partida no momento:

Começa a lida, a guerra se inicia
Nesta batalha, e logo iniciada
Mostra que a aversão já principia:

A arbitragem outra vez nos fada
Uma derrota em fim de jogo e avia
A iniquidade tanto premiada.

Antonio Carneiro (Bélier)
30/01/2016

Valiosa oportunidade
(Poema AFE 503)


Passadas duas décadas, vencidas
Sem que se visse a AFE vitoriosa
Nos principais eventos, não famosa
Como em outras épocas vividas,

Hoje dispõe por vias conseguidas
De rude esforço seu em luta honrosa
Da oportunidade valiosa
Por retornar às sendas já seguidas.

Que este novo e salutar trajeto
Seja também de novo iluminado
Por idêntica luz, cheia de afeto

Que iluminou seu rumo no passado,
Hábil de a conduzir ao porte ereto
Nos referidos tempos já portado.

Antonio Carneiro (Bélier) – Portugal
30/01/2016

A nossa expectativa:

Árdua missão e duplo almejo
(Poema AFE 502)


Em tempo é curto e árduo o desafio
Que se impõe, mais que nunca, na jornada
Cuja data de início está marcada
Para o fim de Janeiro em pleno estio:

Vinte anos após, hiato sombrio,
Eis que a AFE, por mérito insuflada,
Vê-se ao seu lugar de novo alçada,
Entre os de destacado poderio.

Por conservar-se ali árdua missão
Ainda mais, imposta neste ensejo,
Há de inculcar a sua tradição,

Para além de vincar um duplo almejo,
No haver de nacional competição
E da Copa Brasil no audaz cortejo.

Antonio Carneiro (Bélier) – Portugal
20/01/2016


QUEM É O ANTONIO CARNEIRO?

Esse engenheiro carioca, que vive em Portugal, e é fanático pela AFE é um exemplo de amor pelas tradições grenás já há muito tempo. Deveria servir de padrão para as novas gerações de torcedores araraquarenses, que tem outros ícones como o Paschoal e sua incrível dedicação com a história da AFE, o Luis Marcelo Cirino, o Moreira, jornalista, e outros que como eu (porque não?), morando em São Paulo insisto em manter um site sobre a AFE. Citamos claro, o Fabio José Lourenço, e o Tetê Viviani que também tem seus espaços mostrando seu amor pela sofrida Ferrinha.

Pois aqui há um acervo de sonetos, escritos em Português escorreito, ou castiço, como diriam uns poucos amantes da Língua Portuguesa. E dependendo do grau de inspiração e emoção de nosso poeta, às vezes eles vêm em Alexandrino, que é do ponto de vista técnico, o de maior apuro e qualidade literária.

Esse é o Antonio Carneiro, o Bélier (pronuncia-se Beliér) que por sua dedicação para com as coisas de nossa Ferroviária ganhou  um justo e exclusivo espaço nesse reduto de amor à causa afeana.

Recentemente criou um Blog na internet: o Poema Afeano, ou Poemas Clássicos de Afeana Gente/Bélier. 

Lá você poderá encontrar os sonetos que ele escreve para o AFEnet, assim como comentários e outros sonetos, sempre com as coisas da Ferroviária como tema. 

A Página da AFE na Europa. (https://poemafeano.wordpress.com/)

Poeta e Escritor, além de Engenheiro e Professor, inicia seu livro, Elvis Esotérico, publicado em 1983, dedicando "à estimada Associação Ferroviária de Esportes e à não menos Araraquara", e o termina com os seguintes dizeres:

"Sempre longe, bem longe, na distância dos olhos

mas perto, bem perto, no fundo do coração

Na vitória ou na derrota, vibrando com as tuas alegrias,

sofrendo contigo nas tristezas"


Abaixo, leia sua primeira mensagem ao AFEnet, de fevereiro de 2003, e na seqüência, todas as poesias enviadas por ele até hoje. Vale a pena conferir!


Com muito prazer o AFEnet divulga o lançamento do mais novo livro de nosso poeta afeano. 

Trata-se de 'O QUINTO EVANGELHO', lançado pela editora portuguesa Papiro, da cidade do Porto, cuja capa apresento aqui, ao lado de dedicatória que muito me lisonja.

Evidentemente, é um trabalho de muita erudição literária, como é do jaez de nosso amigo e colaborador. 

Sucesso a ele nesse projeto.

Veja a descrição da obra pelo release de imprensa reproduzido abaixo:


"Descoberto em 1945, no Egito, o evangelho segundo Tomé, escrito em língua copta, apresenta cento e catorze sentenças de Jesus, secretamente ensinadas a seus discípulos, exatamente como o foram, sem nenhuma interferência advinda de interpretações posteriores ou de sucessivas traduções.

A presente obra atende ao desafio de traduzir no verso clássico as esotéricas sentenças de Cristo, por engenho do poeta Antonio Carneiro (Bélier), sob inspiração do grande vate setubalense Manuel Maria Barbosa du Bocage, cuja obra mística é tão pouco conhecida no seu próprio país. 

Afinal, nada acontece por acaso."


AFEANO em Portugal

 

Das esquerdas margens do rio Douro, neste setentrional espaço terrestre, envio efusiva saudação de afeano jaez aos torcedores que, apesar de tudo, continuam a incentivar a gloriosa Ferroviária.

De minha parte, conquanto distante (ainda mais) do austral espaço araraquarense, continuo sofrendo (agora via internet) a cada gol que nos impõem, alguns de agremiações sem nenhuma tradição.

Que saudades do Parada, do Faustino, do Dudu, do Bazzani, do Nei, do Tales, do Téia, do Peixinho, do derradeiro time de glórias em 85 (Carrasco, Serginho Dourado, Marcão, Nenê, etc)!

Humildemente, solicito meu cadastramento entre os aficcionados da AFE, ao tempo em que envio em particular um grande abraço ao Wilson Luis, ao Olivério Bazzani Filho e a outros tantos amigos que aí deixei e nunca mais pude rever.

Rumo à série A2, que ainda é possível!

 

Antonio Carneiro (Bélier) - Canidelo 4400-130 V.N Gaia - Portugal - 6/ fev / 2003


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